domingo, 26 de abril de 2009

Atividade Terceiro Ano - Formas de Governo






Associe os nomes de importantes líderes políticos com a forma de governo correspondente.






a)Absolutismo Monárquico
b)República Presidencialista
c)Monarquia Parlamentarista
d)República Parlamentarista
e)República Islâmica




1. Angela Merkel, política alemã.

2. Jose Luis Zapatero, político espanhol(na foto acima)

3. Luis XIV, governou a França de 1643 a 1715

4. Luis Inácio Lula da Silva, político brasileiro

5. Elizabeth II, da Inglaterra, no poder desde 1952

6. Abdallah, rei da Arábia Saudita desde 2005

7. Mahmoud Ahmadinejad, político iraniano

8. Silvio Berlusconi, político italiano

9. Barack Obama, político dos EUA

10. Cristina Kirchner, política argentina

11. Evo Morales, político boliviano

12. Nicolas Sarkozy, político francês

13. Michelle Bachelet, política chilena

14. Taro Aso, político japonês

15. Benjamin Netanyahu, político israelense

Respostas deverão ser enviadas ao email profandrecarreira@hotmail.com
Prazo: 04/05 (não serão aceitas respostas enviadas fora do prazo)

sábado, 18 de abril de 2009

Saiba Mais - Cúpula das Américas


Entenda o que está em jogo na 5ª Cúpula das Américas


Fabrícia Peixoto da BBC Brasil em Port of Spain


A quinta Cúpula das Américas, que está ocorrendo em Trinidad e Tobago, reúne 34 líderes de países americanos e tem como temas oficiais a prosperidade humana, a segurança energética e a sustentabilidade ambiental.
Entretanto, os principais assuntos das discussões devem ser a crise financeira internacional e Cuba - mais uma vez ausente na reunião.
Muitos dos chefes de estado presentes na reunião defendem que a ilha governada por Raúl Castro seja readmitida à Organização dos Estados Americanos, a OEA.
Mas os próprios cubanos deram sinais de que não estariam interessados em um confronto com o governo Obama, que tem se mostrado "aberto ao diálogo".
A BBC preparou uma série de perguntas para ajudar você a entender o que está em jogo no encontro na cúpula de Trinidad e Tobago:


O que é a Cúpula das Américas?


A Cúpula foi criada em 1994, por iniciativa do então presidente americano, Bill Clinton. O objetivo inicial era integrar toda a região em um único sistema de comércio, a Alca (Área de Livre Comércio das Américas). Depois de diversos impasses, principalmente entre Estados Unidos, de um lado, e o Mercosul, do outro, o assunto acabou sendo engavetado de vez no último encontro, em Mar del Plata.
O encontro em Trinidad e Tobago inaugura um novo modelo para a Cúpula, com temas variados. O resultado, segundo analistas, pode ser a "perda de foco", o que estaria já demonstrado na declaração final, considerada "ampla e genérica".


Quem participa?


Todos os países da América Latina, da América do Norte e do Caribe, com exceção de Cuba. Ao todo, são 34 países.


E por que Cuba não foi convidada?


A Cúpula das Américas segue uma série de recomendações da Organização dos Estados Americanos (OEA), instituição da qual o atual governo cubano foi desligado em 1962. Uma das regras da organização é de que seus países-membros promovam eleições democráticas e o pluralismo partidário.
No entanto, diversos países da região, entre eles o Brasil, defendem que a ilha seja reincorporada à instituição. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, classificou o fato de Cuba estar fora da OEA como uma "anomalia".


O assunto será discutido em Trinidad?


Oficialmente, o assunto não está na pauta. Mas como disse o chanceler Amorim, existe uma "agenda não escrita", que inclui Cuba e a crise financeira.
Os líderes presentes deverão tocar na questão cubana seus discursos, mas a cobrança terá tons diferentes. O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, quer colocar o embargo dos Estados Unidos a Cuba como o principal tema da Cúpula.
No entanto, a Cúpula das Américas não tem poderes para reintegrar Cuba ao grupo. A instância para uma decisão efetiva sobre esse assunto é a assembleia da OEA, marcada para junho.


Qual a posição brasileira sobre o tema?


Apesar de também ser contra o embargo a Cuba, o presidente Lula deverá ser menos belicoso em seu discurso. Segundo o Itamaraty, o presidente Obama "é novo no cargo" e não faz sentido criar uma situação "negativa" no encontro.
Ainda de acordo com o Itamaraty, o próprio governo cubano não teria interesse em um confronto com o governo Obama, que tem afirmado sua disposição de "dialogar"."O presidente Lula vai a Trinidad ciente de que nem Obama, nem Cuba, estão interessados que o embargo se transforme na grande polêmica da cúpula", disse à BBC Brasil um interlocutor do presidente brasileiro.


Qual a importância dessa cúpula em Trinidad e Tobago?


A reunião acontece em meio a grandes expectativas. É o primeiro encontro do presidente americano, Barack Obama, com a maioria dos líderes presentes. De acordo com analistas, a América Latina e o Caribe tiveram pouco espaço na agenda internacional do governo George W. Bush e espera-se uma mudança de rumo com a chamada "nova diplomacia" da administração Obama.
Além disso, será também o primeiro encontro do presidente Obama com líderes de esquerda da América Latina com posições antiamericanas, entre eles Hugo Chávez (Venezuela), Evo Morales (Bolívia) e Daniel Ortega (Nicarágua).


Existe a possibilidade de impasse, como em 2005?


Em 2005 os países discutiam um tema específico, ou seja, regras para implementação da Alca. Como não houve acordo, muitos analistas consideraram o encontro como um "fracasso".
Dessa vez, a polêmica gira em torno da questão cubana, já que a maioria dos países da região são contrários à postura americana em relação ao assunto.
Fala-se, ainda, de um possível constrangimento em função do discurso de Chávez em relação aos Estados Unidos. O líder venezuelano falou, inclusive, que "vetará" a declaração final da Cúpula, que será divulgada no domingo.